Escola Municipal Luiza Morelli realiza Olimpíadas Coloniais como projeto de Festa da Uva

Proposta do projeto foi promover a integração das crianças da Educação Infantil ao 2º ano

Considerando a Festa da Uva um dos maiores eventos da cidade, a Escola Municipal Luiza Morelli decidiu trabalhar a festa em um  projeto com 59 estudantes de cinco a sete anos, das turmas de Educação Infantil ao 2º ano. A proposta foi promover a integração das crianças em diferentes faixas etárias, além do conhecimento sobre a história e as tradições dos imigrantes italianos, resgatando raízes e valorizando o trabalho das famílias de meio rural.

As atividades foram trabalhadas de formas diferentes em cada turma. Na Educação Infantil, as crianças puderam degustar uvas, confeccionar um cacho de uva da turma usando a técnica do alinhavo e fazer um cacho coletivo utilizando massinha de modelar comestível com cheiro de uva. Já no 1º ano, os estudantes trabalharam com a música-tema “Viva uma Bela Gionarda”, montaram um cacho de uva colorindo de verde e roxo, degustaram três tipos de uva diferentes, estudando quantos grãos existem em cada cacho. A turma ainda preparou um bolo de uva, construíram um jogo com o tema da fruta e estudaram curiosidades sobre os cachos.

Já os estudantes do 2º ano estudaram mais a fundo sobre a história da festa, realizaram atividades de escrita com a palavra uva, confeccionaram grãos com papel crepom e um imã de geladeira. A escola também organizou uma atividade para que todas as turmas trabalhassem juntas na aula de Educação Física: as Olimpíadas Coloniais. Na competição, tinham atividades de arremessar queijo, plantar milho, produção de biguli, esmagar uvas, acertar o salame e a corrida de cariola readaptadas para as crianças.

Para finalizar o projeto, os estudantes também participaram de atividades na aula de Artes e em Tecnomídias. “As atividades foram muito legais, muito divertidas. Como sou nova na escola, foi um momento de conhecer não só os colegas da minha turma, mas também os colegas das outras turmas, além de conhecer coisas bem legais da nossa festa e da nossa cidade”, comenta a estudante do 2º ano, Júlia Schmaedeke Brisotto.

Assessoria de Imprensa – Smed

Fotos: Divulgação 

Ação Comunitária da Escola Municipal Vitório Rech reúne cerca de 300 pessoas

Um dos objetivos da segunda edição do evento era integrar a comunidade escolar

A Escola Municipal Vitório Rech Segundo, no bairro Parada Cristal, realizou, no último sábado (09/03), a 2ª Edição da Ação Comunitária, um projeto da escola que visa a integração social da comunidade escolar com um dia de atividades culturais, promovendo o bem-estar e a saúde.

O evento, que reuniu cerca de 300 pessoas, contou com vários profissionais realizando serviços gratuitos, como a UBS Ana Rech com verificação da pressão arterial, glicose, peso, altura e orientações alimentares; a UCS com atendimentos de endócrino e metabologia; Fernando Capeletti com atendimento odontológico; Serginho Cabeleireiro oferecendo cortes de cabelo;  Lucy Dal Zotto Torezan com uma oficina de maquiagem; Ótica Lauro oferecendo acuidade visual; a Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Smel) com o Ônibus Brincalhão; a Vigilância Ambiental apresentando um teatro sobre o mosquito da dengue; a artista Vera Medeiros e sua exposição de quadros sobre a fauna local; Jéssika Campos com aulas de alongamento e os Bandeirantes com brincadeiras recreativas.

Além disso, pela primeira vez, a escola recebeu a ONG Sonhar Acordado, que realizou pinturas faciais e divertiu os alunos. Para a estudante do quinto ano, Stella Bertin, a ação foi muito interessante. “Gostei principalmente da oficina de pinturas no rosto. As apresentações foram muito organizadas e os serviços oferecidos foram muito importantes”, afirma.

Nesta edição, a escola escolheu trabalhar na ação o tema sustentabilidade e, por isso, todos os participantes do evento receberam uma hortaliça para incentivar o cultivo de verduras em casa. “A Ação Comunitária deste ano teve a adesão, não só dos pais, mas também da comunidade em geral. A organização deste ano estava melhor, facilitando o fluxo das pessoas durante a participação das oficinas”, comenta a professora Letícia Bertolazzi.

Assessoria de Imprensa – Smed

Fotos: Divulgação